No próximo domingo, dia 25 de outubro de 2026, cinco estados e o Distrito Federal terão segundo turno para governador. A disputa vai se estender no Acre, Amazonas, Espírito Santo, Rio Grande do Norte e Tocantins, além do Distrito Federal, onde eleitores escolherão entre os dois candidatos mais votados no primeiro turno.
Segunda etapa marcada para 25/10/2026
Estados e Distrito Federal com segundo turno
- Acre: Mailza Assis (Progressistas) e Alan Rick (Republicanos)
- Amazonas: Omar Aziz (PSD) e Professora Maria do Carmo (PL)
- Distrito Federal: Celina Leão (Progressistas) e Leandro Grass (PT)
- Espírito Santo: Lorenzo Pazolini (Republicanos) e Ricardo Ferraço (MDB)
- Rio Grande do Norte: Allyson (União) e Cadu de Lula (PT)
- Tocantins: Professora Dorinha (União) e Vicente Júnior (PSDB)
Nas localidades listadas, os eleitores vão às urnas para a escolha de dois cargos: presidente e governador. Nas demais unidades da Federação, os eleitores votarão apenas para definir o próximo presidente da República, em segundo turno também marcado para o dia 25 de outubro de 2026.
Disputa pelo Planalto
Candidatos no segundo turno presidencial
- Presidente: Flávio Bolsonaro (PL) e Lula (PT)
O segundo turno para governadores ocorre quando nenhum candidato consegue a maioria absoluta dos votos válidos no primeiro turno; por isso, as chapas mais votadas seguirão para a definição final em 25/10/2026. A coincidência de datas significa que eleitores nas seis unidades federativas votarão simultaneamente para presidente e governador, combinando escolhas nacionais e estaduais na mesma seção eleitoral.
O resultado dessas disputas estaduais terá impacto na composição política das assembleias e na articulação dos governos locais com o novo governo federal, uma vez que alianças e acordos entre executivos e legislativos influenciam políticas públicas regionais. Depois do dia 25, os vencedores serão oficialmente definidos pelas urnas, e os próximos passos devem incluir a formalização das equipes de transição e o planejamento das primeiras medidas administrativas por parte dos governadores eleitos.
A mobilização de campanhas e a cobertura jornalística continuarão até o domingo de votação, com foco nas estratégias finais dos candidatos e na logística do pleito para garantir a apuração nas seis unidades federativas com segundo turno.
