Luisa Stefani e Gabriela Dabrowski venceram por 6/1 e 6/3 Quinn Gleason e Ulrike Eikeri na estreia em Wuhan. Campeãs em Pequim, as cabeças de chave 1 voltam à quadra às 1h30 (horário de Brasília) em busca das semifinais.
A dupla formada pela brasileira Luisa Stefani e pela canadense Gabriela Dabrowski venceu a estreia no WTA 1000 de Wuhan e avançou às quartas de final. O triunfo aconteceu nesta quinta-feira (15) na quadra dura chinesa, com parciais de 6/1 e 6/3 sobre a norte-americana Quinn Gleason e a norueguesa Ulrike Eikeri.
Campeã no WTA de Pequim no último domingo (11), a parceria — principal cabeça de chave do torneio — consolidou mais uma vitória em sequência. Stefani e Dabrowski irão voltar à quadra em busca das semifinais às 1h30 (horário de Brasília) desta sexta (16), quando enfrentarão a dupla formada pela mexicana Giuliana Olmos e pela estoniana Ingrid Neel.
Após o jogo desta quinta, a brasileira avaliou as diferenças entre os centros:
“Boa vitória hoje, condições muito diferentes de Pequim, bola mais pesada, bola maior, condição mais úmida e lenta. Fizemos alguns ajustes, mas de qualquer forma foi um bom primeiro jogo. Começamos abaixo no segundo set, com poucos pontos fazendo a diferença para o 3 a 0 [das adversárias], poderia ter sido 2 a 1. Mantivemos a calma para conseguir a virada jogando melhor. Agora é preparar para o próximo jogo e continuar nos adaptando às condições aqui em Wuhan”
Luisa Stefani, de 29 anos, foi quem fez a análise após a partida.
Ao longo da temporada, a dupla já acumulou cinco títulos: além do WTA 1000 de Pequim, venceram o WTA 1000 de Dubai, o WTA 500 de Estrasburgo e os WTA 250 de Eastbourne (Inglaterra) e do SP Open. Como segunda melhor dupla da temporada, Stefani e Dabrowski poderão alcançar a liderança do ranking de duplas caso conquistem o título em Wuhan.
Com a campanha garantida, a parceria também já está classificada para o WTA Finals, torneio que reunirá as oito melhores duplas do ano. O WTA Finals será disputado em Indian Wells, nos Estados Unidos, entre 8 e 15 de novembro.
O desempenho em Wuhan terá impacto direto no ranking e nas expectativas para a reta final da temporada: além da luta pelo topo, a sequência de partidas servirá para ajustar a dupla às condições de piso e bola na China, que a brasileira apontou como mais lentas e úmidas em comparação a Pequim. O próximo confronto às 1h30 desta sexta será determinante para a manutenção do ritmo e para as chances matemáticas de assumir a liderança da temporada.
O público brasileiro e os seguidores da dupla acompanharão a partida decisiva em horários compatíveis com a madrugada no Brasil, mantendo a atenção sobre a campanha que já rendeu cinco troféus na temporada.
